Por Emanuel
Neri
Cenas explícitas de
intolerância e prepotência em São Miguel do Gostoso.
Na noite do último sábado
(29/8), um grupo que andava de quadriciclos e que estava hospedado em pousadas
da cidade, estacionou seus veículos próximo a um bar da praia do Maceió.
Inicialmente ligaram o som alto em um dos veículos. Depois, acionaram o motor
de um dos quadriciclos para carregar a bateria do veículo que estava com o som.
Alguém reclamou do
barulho e um dos condutores desligou o veiculo. O
grupo que estava no bar aplaudiu, com ironia, a iniciativa. Mas isso foi recebido como uma
ofensa por parte dos pilotos dos quadriciclos. O que se viu a seguir foi
terrível. Palavrões, xingamentos xenófobos e ameaças a quem estava no bar.
“Nós estamos no Nordeste. E
aqui quem manda somos nós”, disse um dos pilotos de quadriciclo. “Se não estão satisfeitos, voltem para suas cidades”, acrescentou. Depois de
palavrões e xingamentos, um dos integrantes do grupo acelerou o quadriciclo e
passou rente às pessoas que estavam sentadas nas mesas do bar.
A cena foi assustadora. Os
frequentadores do bar temeram por sua integridade física. O mais incrível é
que, no local, não havia só turistas estrangeiros ou de outras regiões do país.
Havia turistas do Nordeste, inclusive de Natal, que ficaram indignados com o
que ouviram. Alguns manifestaram constrangimento e pediram desculpas aos
demais.
E é claro que este tipo de
estupidez não é a marca do Nordeste. O povo nordestino é atencioso e educado,
especialmente com quem é de fora. Este tipo de comportamento é típico
de gente ignorante que acha que pode levar tudo no grito e que tem que
prevalecer suas vontades e gostos sobre as demais pessoas.
Antes deste incidente na
praia do Maceió, este mesmo grupo foi visto barbarizando nas ruas e nas praias
locais. Trafegavam sempre em alta velocidade, sem respeitar pessoas que estavam
nas ruas. Na praia, faziam manobras arriscadas, pondo em risco a vida de
banhistas e de pessoas que estavam ali passeando ou curtindo o por do sol.
São cenas como esta que São
Miguel do Gostoso precisa evitar. Se isso não ocorrer, o turismo
local sofrerá sérias consequências. Ninguém vai querer frequentar uma cidade
para ser humilhado por xingamentos, palavrões grosseiros e ameaças de
agressões físicas. Este é um sério risco para o turismo local.
Importante dizer que esta
cultura agressiva não faz parte do perfil do morador de São Miguel do Gostoso.
Os moradores locais, em sua grande maioria, são simpáticos e atenciosos com os turistas. Mas a
cidade tem recebido gente que vem de fora, felizmente uma minoria, que manifesta sua estupidez sempre que é
reclamado por incomodar outras pessoas.
A polícia da cidade e as
autoridades locais – incluindo a prefeita – tem que se preocupar com este tipo
de ameaça. Proprietários de pousadas e de restaurantes também devem fazer um
tipo de triagem para evitar que gente deste tipo continue a frequentar a
cidade. Eles não são turistas bem-vindos até porque poem em risco o turismo
local.
Cenas semelhantes também têm
ocorrido em outros pontos das praias, por pessoas que desrespeitam as regras de
proibição de tráfego na orla urbana. A cidade está cheia de placas dizendo ser
proibido trafegar nas praias. Mas muita gente desrespeita estas normas e
circulam ali com seus carrões, pondo em risco a vida de quem está por ali.
Uma senhora que tem casa na cidade
contou que, na semana passada, estava na praia do Cardeiro vendo o por do sol.
Pois estacionou próximo a ela uma caminhonete, com um casal, e deixou o motor
ligado. Primeiro ela lembrou ao motorista que era proibido trafegar na praia.
Depois pediu para que pelo menos o motor do veículo fosse desligado.
A exemplo dos pilotos de
quadriciclos do bar da praia do Maceió, este motorista da praia do Cardeiro
também xingou a senhora e igualmente pediu para ela voltar para a “sua cidade”.
Infelizmente este motorista confessou que era morador de São Miguel do Gostoso
e que aqui a população “manda na cidade e anda de carro por onde quer”.
São estes sinais de
intolerância que São Miguel do Gostoso precisa a combater urgentemente sob o
risco de por a perder tudo o que foi feito até aqui para fazer da cidade um
importante destino turístico do Nordeste.
Por Emanuel
Neri
Foram dois dias de música de
primeiríssima qualidade.
Assim foi o Fest Bossa &
Jazz, realizado em São Miguel do Gostoso nos dias 22 e 23 de agosto (últimos
sábado e domingo). Houve também forte polêmica na cidade devido ao fato de o
evento ter sido vetado para vendedores ambulantes. Só comerciantes cadastrados
puderam explorar comercialmente o local.
Mas o que prevaleceu mesmo
foi o excelente nível do Bossa & Jazz. São Miguel do Gostoso jamais tinha
assistido a um evento de música desta natureza. A cidade ficou cheia. Muita
gente de Natal veio ver o festival. Pousadas, restaurantes, bares e todo o
comércio lucrou com o Bossa & Jazz. A cidade ganhou com isso.
Um pequeno reparo para as
próximas edições do Bossa & Jazz. Nas próximas versões o evento poderia ser
realizado na sexta e sábado. É que, no domingo, muita gente tem que retornar a
suas cidades para trabalhar. O resultado é que no sábado havia muita gente e,
no domingo, bem menos.
As apresentações do Bossa
& Jazz foram excelentes. No sábado, destaque para o BR Trio, com o show o
“O Nordeste no Jazz”. Excelente, com incursões à rica cultura musical
nordestina. Houve ainda a performance de João Vitor Jardim e a magnifica
apresentação da cantora Indiana Norman, acompanhada do Osmar Milito Trio.
No domingo, embora com o
público bastante diminuído, o Bossa & Jazz não perdeu em qualidade. Clara,
a primeira cantora a se apresentar no palco da praia da Xepa, foi performática,
com sua potente voz e interpretação dramatizada das músicas. Depois veio o excelente
Nordeste Blues – jazz nordestino de primeira qualidade.
Aqui e acolá ouviu-se
comentários de que a música do Bosssa & Jazz não agradava a algumas pessoas
da cidade por ser muito diferente do que se está acostumado a ouvir por aqui –
geralmente bandas de forró de péssima qualidade. Mas é assim mesmo. Um dia a
cidade, como um todo, vai aprender a curtir uma boa música.
Tem mais. O Bossa & Jazz deu enorme visibilidade de midia a São Miguel do Gostoso. Só no sábado foram três inserções em jornais da InetrTvCabugi (TV Globo). Nesta segunda, a cidade também apareceu no Bom Dia RN. Isso é ótimo para o turismo. Quanto mais visibilidade, mais pessoas querem conhecer a cidade, fortalecendo o turismo local.
O Fest Bossa e Jazz prossegue
em Natal, no dias 25, 26 e 27 de agosto, e em Pipa, dias 28, 29 e 30, no
próximo final de semana. Muitas atrações musicais estão previstas para estas
cidades, entre elas a apresentação da cantora potiguar Roberta Sá.
Agora vamos tratar da polêmica
que envolveu a proibição de vendedores ambulantes na área do Bossa & Jazz.
É preciso tratar esta questão com seriedade e não com a leviandade e
emocionalidade com que algumas pessoas da cidade trataram a questão. Muita informação
equivocada foi divulgada nas redes sociais.
O Bossa & Jazz é um
evento profissional, patrocinado por várias marcas e que, por isso, são
necessárias normas para a atuação do comércio. Para explorar o comércio no local, tem que estar cadastrado – e pagar
uma taxa – para que se possa usar um toldo padronizado e disponibilizado pelo
próprio evento.
A exemplo da Fórmula 1, festivais de música ou outros grandes eventos, tem que haver normas para a exploração
comercial. Esta é uma exigência das marcas. Nenhum patrocinador quer associar
sua marca à muvuca provocada pela desorganização do comércio ambulante. Além
disso, há riscos que precisam ser evitados.
Por exemplo. O comércio
ambulante não tem controle sobre o que vende, especialmente comidas e bebidas.
Se alguém passa mal por ingerir um alimento consumido no local pode
responsabilizar judicialmente o evento pelo problema. Então tem que haver um
mínimo de organização para este tipo de comércio.
Outro exemplo mais simples.
Se alguém faz uma festa de casamento ou um aniversário de 15 anos vai permitir
que se venda cachaça e churrasquinho com farofa no meio da festa? Assim também
são os grandes eventos, como foi o Bossa $ Jazz.
Importante. São Miguel do
Gostoso está crescendo e precisa também organizar seus eventos, principalmente
do tipo do Bossa & Jazz. Se houver imposição da administração local para
que o entorno do festival seja aberto para vendedor ambulante, simplesmente eventos
deste porte não vêm mais para a cidade.
E quem vai perder com isso é
o turismo de São Miguel do Gostoso. Qualquer dúvida, basta ver como o Bossa
& Jazz movimentou a cidade. Com certeza este tipo de evento, como também a
Mostra de Cinema, traz dinheiro para a cidade. E São Miguel do Gostoso precisa
de renda para continuar crescendo.
Este blog se coloca à
disposição, no espaço destinado a “comentários”, para que seus leitores também
se manifestem sobre esta questão.
Aos poucos, São Miguel do
Gostoso vai pondo ordem na desordem do seu trânsito. Em especial no de motos
cujos condutores, muitas vezes menores, andam em alta velocidade, com canos do
escape adulterados, empinando seus veículos em vias públicas e pondo em risco a
vida da população.
Na última semana, uma
operação do CPRE (Comando do Policiamento Rodoviário Estadual) apreendeu oito
destas motos e autuou mais de 30 (foto) por causa de uma série de irregularidades. No
caso das motos apreendidas, a maioria delas era por falta de documentação.
Todos os veículos foram enviados para Natal.
Já as motos autuadas, cujos
proprietários terão que pagar multas, o motivo se deve a uma série de
irregularidades. Uma delas é a falta de habilitação do condutor – alguns deles
menores -, canos de escape adulterados, que provocam grande barulho, não uso de
capacete e outros tipos de irregularidades.
Uma das questões mais graves
no trânsito de São Miguel do Gostoso é a condução de motos por menores. O
Artigo 310 do Código de Trânsito diz que “permitir, entregar ou confiar
condução de veículo a pessoa não habilitada é crime, cabendo detenção (ou seja,
prisão) do responsável”.
Motos dirigidas por menores
já foram responsáveis por sérios acidentes em São Miguel do Gostoso. Um deles
deixou uma senhora, Lídia, com graves sequelas neurológicas. Houve um outro
acidente, igualmente grave, de uma criança que passou mais de um mês no hospital
e foi submetido a várias cirurgias.
Vários outros acidentes
envolveram motos. Na semana passada, um jovem da cidade, chamado William, de
apenas 22 anos, que trabalhava como garçom em um restaurante local, morreu
tragicamente em um acidente de moto. Sua moto bateu em um caminhão e, como ele
estava sem capacete, morreu.
São muitos os acidentes que
já ocorreram na cidade – e na região -, todos provocados por excesso de
velocidade e falta de equipamentos que protegem o condutor em caso de
acidentes, como o capacete. Mas muitos desses acidentes ocorrem devido ao
estado de embriaguês dos condutores de motos.
A operação do CPRE foi pedida
pelo Ministério Público. E ocorreu em Touros e em São Miguel do Gostoso. Em
Touros também houve grande número de motos apreendidas. Segundo o tenente Frank
Wolczack, que comanda a PM em São Miguel do Gostoso, este tipo de operação vai
continuar.
A própria CPRE vai fazer
outas operações, sem dias determinados, para poder flagrar os infratores com o elemento “surpresa”. Além
disso, a própria PM local também vai apertar o cerco contra menores que estejam
dirigindo, condutores sem habilitação e veículos com canos de escape
adulterados.
Há pouco mais de uma semana,
uma moto foi apreendida na praia depois que um condutor fugiu da polícia. Um
dia depois da liberação desta moto, este mesmo veículo foi visto novamente na
cidade, com o condutor empinando o veículo. A polícia saiu atrás e o
motociclista fugur. Foi preso após cair e se machucar, com sua acompanhante..
A polícia pede à população
que ajude a pôr ordem no trânsito da cidade. Sempre que uma moto – ou qualquer
tipo de carro – for vista em alta velocidade, pondo em risco a vida da
população, ou com cano de escape adulterado, a polícia tem que ser acionada. As
motos dos condutores infratores serão apreendidas.
Telefones da polícia:
991907020 (Claro) e 981548383 (Vivo).
Abaixo, link de outro post
deste blog sobre acidentes com motos e outros veículos em São Miguel do
Gostoso.
http://nobalacobaco.blogspot.com.br/2015/04/policia-de-sao-miguel-do-gostoso.html
Por Emanuel
Neri
Atenção para esta pauta
explosiva que reúne São Miguel do Gostoso, de um lado, e Touros, do outro.
O foco deste atrito é o
limite dos dois municípios. Aonde de fato termina o município de São Miguel do
Gostoso e começa o município de Touros? Há uma interpretação da lei que
desmembrou São Miguel do Gostoso de Touros, há 22 anos, de que o limite dos
dois municípios é a rua dos Dourados.
Se é isso mesmo, praticamente
a metade da cidade de São Miguel do Gostoso pertenceria a Touros. Isso
significa que tudo o que está à esquerda da rua dos Dourados - incluindo a sede da prefeitura e a Igreja
Católica, além de bairros como Praias da
Xepa, Cardeiro e Santo Cristo – fica do lado de Touros.
O tema é polêmico e mexe com
o orgulho da população de São Miguel do Gostoso. Embora tenha pertencido a
Touros, São Miguel do Gostoso quer ver a integridade territorial de sua cidade
– incluindo atrativos turísticos como a Lagoa do Cardeiro (foto) e a Ponta do Santo
Cristo – dentro dos limites de seu município.
Mas Touros acha que esta
parte da cidade ainda pertence ao seu território. E até já ensaiou cobrar IPTU –
imposto municipal sobre residências e áreas urbanas – para os cofres de seu
município. Mais que isso, há uma questão legal que faz com que São Miguel do
Gostoso perca bastante dinheiro.
O Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que distribui verbas federais de acordo com a população de cada
município, usa como critério uma divisão do município em que boa parte da
população local fica de fora – ou seja, é contabilizada como pertencendo a
Touros.
Por causa deste cálculo,
cerca de R$ 200 mil deixam de entrar mensalmente nos cofres de São Miguel do
Gostoso. O pior é que a Prefeitura local arca com despesas – como, por exemplo,
na educação, saúde e limpeza pública – para atender a esta parte da cidade,
embora o dinheiro correspondente a esta população vá para Touros.
São Miguel do Gostoso tem se
mobilizado para corrigir esta injustiça. Na Assembléia Legislativa, já há um
projeto, do deputado Hermano Alves (PMDB), que corrige esta falha e faz com que
o município passe a contar não só com parte da população que teoricamente hoje
pertence a Touros como o dinheiro correspondente a ela.
Mas o assunto é mesmo
político. O ideal seria que Touros colaborasse com esta nova formatação
geográfica de São Miguel do Gostoso. Mas o prefeito daquele município, Ney Leite,
discorda da iniciativa. Ney já declarou a este blog que a parte de São Miguel
do Gostoso que mais cresce pertence a Touros. Pura provocação.
A pergunta a ser feita é a seguinte: mesmo tendo nascido e sendo morador de São Miguel do Gostoso, você se sente feliz em pertencer a Touros - ou seja, ser um cidadão tourense? E mais: você concorda que parte das verbas que, de direito, deveriam vir para São Miguel do Gostoso acabe abastecendo os cofres públicos de Touros?
A Prefeitura e a Câmara
Municipal de São Miguel do Gostoso estão envolvidas nesta batalha. Recentemente
a Câmara realizou audiência com responsável do Seara, órgão estadual que cuida
dos limites dos municípios e que pertence à Secretaria Estadual de Assuntos
Fundiários.
Para o Seara, o limite do
município é a Ponta do Santo Cristo. OU seja, é o que a população de São Miguel
do Gostoso defende.
A Prefeitura também fez consulta
ao setor que cuida de bases territoriais do RN , ligado ao IBGE. A resposta –
inclusive reproduzida em imagem gráfica sobre a área dos dois municípios – é que o limite de São Miguel
do Gostoso é na Ponta do Santo Cristo e não na rua dos Dourados, como alega Touros.
Querem mais dúvidas? As
placas do limite dos municípios que está na RN-221, que liga São Miguel do
Gostoso à BR-101, vai até além da altura da Ponta do Santo Cristo. Esta placa –
que foi colocada lá por órgãos estaduais
– fica exatamente no início do distrito de Monte Alegre, que aí sim pertence a
Touros.
Bom, está aí um tema, polêmico
e explosivo, para o qual a população de São Miguel do Gostoso precisa abraçar e
apoiar. A divisão do jeito que está causa prejuízos ao município e fere o
orgulho do gostosense. Todos devem apoiar esta luta para que não haja mais dúvida
sobre o limite de São Miguel do Gostoso.
Por Emanuel
Neri
Esta é uma ação que merece o
apoio de todos, principalmente de pessoas que gostam e querem proteger animais em São Miguel
do Gostoso.
Canis & Felis – este é o
nome de uma associação, formada por voluntários de São Miguel do Gostoso, para
cuidar de cães e gatos abandonados e doentes. A prioridade são animais de ruas ou aqueles
pertencentes a pessoas que não têm condições de pagar o tratamento de seus
animais.
É comum você ver nas ruas de
São Miguel do Gostoso cães feridos, alguns com fraturas expostas ou membros
decepados, provocado por atropelamentos. Outro grande problema da cidade é a
proliferação de cães e gatos. A Canis & Felis tem como objetivo o
atendimento a estes animais, inclusive com castração para evitar proliferação.
Embora tenha sido criada há
pouco tempo, a Canis e Felis já tem muito serviço para mostrar. Já castrou mais
de 100 animais, tratou outros 40 que tinham doenças como mal do carrapato,
sarna e até doenças contagiosas. Também foram feitas duas cirurgias ortopédicas
de alta complexidade.
A associação conseguiu
importante apoio de um grupo de veterinários voluntários de Natal. Estes
profissionais vêm regularmente a São Miguel do Gostoso para tratar dos animais.
Uma veterinária argentina que mora em Pipa, chamada Moira, é uma grande
entusiasta e apoiadora do projeto.
Mas há muitas despesas, como
cirurgias e tratamentos especiais – alguns com colocação de próteses em animais
mutilados – que necessitam de dinheiro. Só para conhecimento, duas cirurgias
feitas em cães custaram em torno de R$ 3 mil cada uma. A Canis & Feliz
precisa, portanto, do apoio da população local.
Isso é muito importante. A
Canis & Felis precisa urgentemente de um espaço onde possam ser tratados
animais resgatados na rua. O mesmo espaço pode servir para guardar medicamentos
e vacinas e também ser usado para que veterinários possam realizar as
castrações dos animais. Quem pode ajudar? Antes o mesmo grupo fez uma feijoada (foto) para arrecadar dinheiro.
Para isso o grupo lançou uma
campanha de arrecadação de fundos. Pousadas, restaurantes, comércio ou
moradores da cidade podem ajudar com uma contribuição única que pode ser de R$
50, 100 ou 150. Quem der esta ajuda terá o nome do estabelecimento estampado
nos banners da associação.
Estes banners serão usados em
todos os eventos da associação até o final deste ano. Redes sociais usadas pela
entidade e por integrantes do grupo também divulgarão a ajuda de
estabelecimentos ou de moradores que colaborarem com este projeto.
O Fest Bossa & Jazz,
festival de música que será realizado entre 22 e 23 de agosto, também está
apoiando a causa. A direção do evento cedeu espaço para que a associação monte
uma barraca para divulgar seu trabalho, durante o festival, inclusive com
exposição de banners com nomes de apoiadores.
Para reforçar ainda mais seu
caixa, a Canis & Felis vai realizar festa no próximo dia 31 de julho, uma
sexta-feira de lua cheia, no bar Jack Sparrows, na praia do Santo Cristo. Haverá
música ao vivo e barraquinhas para diversão de quem for à festa. O grupo está recebendo
brindes que serão leiloados ou vendidos na festa.
Só um empresário de
Jericoacoara (CE) doou 120 pares de sandálias havaianas para serem vendidos por
preços baixos durante a festa do dia 31.
A Canis & Felis faz um
ótimo trabalho para cuidar dos animais abandonados da cidade – e por isso deve
receber o apoio de estabelecimentos locais e da população. Veja, abaixo, e-mails
para quem você pode enviar mensagens, se comprometer a trabalhar com voluntário
e fazer doações para a causa.
Cau – cauzinha1@gmail.com
Lorena – lmammons71@gmail.com
Dani – danicravo@hotmail.com
Fabi – fabysymon@hotmail.com