terça-feira, 1 de setembro de 2015

Intolerância e prepotência. Grupo em quadriciclos ameaça pessoas em bar de São Miguel do Gostoso



Por Emanuel Neri
Cenas explícitas de intolerância e prepotência em São Miguel do Gostoso.
Na noite do último sábado (29/8), um grupo que andava de quadriciclos e que estava hospedado em pousadas da cidade, estacionou seus veículos próximo a um bar da praia do Maceió. Inicialmente ligaram o som alto em um dos veículos. Depois, acionaram o motor de um dos quadriciclos para carregar a bateria do veículo que estava com o som.
Alguém reclamou do barulho e um dos condutores desligou o veiculo. O grupo que estava no bar aplaudiu, com ironia, a iniciativa. Mas isso foi recebido como uma ofensa por parte dos pilotos dos quadriciclos. O que se viu a seguir foi terrível. Palavrões, xingamentos xenófobos e ameaças a quem estava no bar.
“Nós estamos no Nordeste. E aqui quem manda somos nós”, disse um dos pilotos de quadriciclo. “Se não estão satisfeitos, voltem para suas cidades”, acrescentou. Depois de palavrões e xingamentos, um dos integrantes do grupo acelerou o quadriciclo e passou rente às pessoas que estavam sentadas nas mesas do bar.
A cena foi assustadora. Os frequentadores do bar temeram por sua integridade física. O mais incrível é que, no local, não havia só turistas estrangeiros ou de outras regiões do país. Havia turistas do Nordeste, inclusive de Natal, que ficaram indignados com o que ouviram. Alguns manifestaram constrangimento e pediram desculpas aos demais.
E é claro que este tipo de estupidez não é a marca do Nordeste. O povo nordestino é atencioso e educado, especialmente com quem é de fora. Este tipo de comportamento é típico de gente ignorante que acha que pode levar tudo no grito e que tem que prevalecer suas vontades e gostos sobre as demais pessoas.  
Antes deste incidente na praia do Maceió, este mesmo grupo foi visto barbarizando nas ruas e nas praias locais. Trafegavam sempre em alta velocidade, sem respeitar pessoas que estavam nas ruas. Na praia, faziam manobras arriscadas, pondo em risco a vida de banhistas e de pessoas que estavam ali passeando ou curtindo o por do sol.
São cenas como esta que São Miguel do Gostoso precisa evitar. Se isso não ocorrer, o turismo local sofrerá sérias consequências. Ninguém vai querer frequentar uma cidade para ser humilhado por xingamentos, palavrões grosseiros e ameaças de agressões físicas. Este é um sério risco para o turismo local.
Importante dizer que esta cultura agressiva não faz parte do perfil do morador de São Miguel do Gostoso. Os moradores locais, em sua grande maioria, são simpáticos e atenciosos com os turistas. Mas a cidade tem recebido gente que vem de fora, felizmente uma minoria, que manifesta sua estupidez sempre que é reclamado por incomodar outras pessoas.
A polícia da cidade e as autoridades locais – incluindo a prefeita – tem que se preocupar com este tipo de ameaça. Proprietários de pousadas e de restaurantes também devem fazer um tipo de triagem para evitar que gente deste tipo continue a frequentar a cidade. Eles não são turistas bem-vindos até porque poem em risco o turismo local.
Cenas semelhantes também têm ocorrido em outros pontos das praias, por pessoas que desrespeitam as regras de proibição de tráfego na orla urbana. A cidade está cheia de placas dizendo ser proibido trafegar nas praias. Mas muita gente desrespeita estas normas e circulam ali com seus carrões, pondo em risco a vida de quem está por ali.
Uma senhora que tem casa na cidade contou que, na semana passada, estava na praia do Cardeiro vendo o por do sol. Pois estacionou próximo a ela uma caminhonete, com um casal, e deixou o motor ligado. Primeiro ela lembrou ao motorista que era proibido trafegar na praia. Depois pediu para que pelo menos o motor do veículo fosse desligado.
A exemplo dos pilotos de quadriciclos do bar da praia do Maceió, este motorista da praia do Cardeiro também xingou a senhora e igualmente pediu para ela voltar para a “sua cidade”. Infelizmente este motorista confessou que era morador de São Miguel do Gostoso e que aqui a população “manda na cidade e anda de carro por onde quer”.
São estes sinais de intolerância que São Miguel do Gostoso precisa a combater urgentemente sob o risco de por a perder tudo o que foi feito até aqui para fazer da cidade um importante destino turístico do Nordeste.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Bossa & Jazz brilhou e movimentou São Miguel do Gostoso; polêmica sobre ambulantes não prejudicou



Por Emanuel Neri
Foram dois dias de música de primeiríssima qualidade.
Assim foi o Fest Bossa & Jazz, realizado em São Miguel do Gostoso nos dias 22 e 23 de agosto (últimos sábado e domingo). Houve também forte polêmica na cidade devido ao fato de o evento ter sido vetado para vendedores ambulantes. Só comerciantes cadastrados puderam explorar comercialmente o local.
Mas o que prevaleceu mesmo foi o excelente nível do Bossa & Jazz. São Miguel do Gostoso jamais tinha assistido a um evento de música desta natureza. A cidade ficou cheia. Muita gente de Natal veio ver o festival. Pousadas, restaurantes, bares e todo o comércio lucrou com o Bossa & Jazz. A cidade ganhou com isso.
Um pequeno reparo para as próximas edições do Bossa & Jazz. Nas próximas versões o evento poderia ser realizado na sexta e sábado. É que, no domingo, muita gente tem que retornar a suas cidades para trabalhar. O resultado é que no sábado havia muita gente e, no domingo, bem menos.
As apresentações do Bossa & Jazz foram excelentes. No sábado, destaque para o BR Trio, com o show o “O Nordeste no Jazz”. Excelente, com incursões à rica cultura musical nordestina. Houve ainda a performance de João Vitor Jardim e a magnifica apresentação da cantora Indiana Norman, acompanhada do Osmar Milito Trio.
No domingo, embora com o público bastante diminuído, o Bossa & Jazz não perdeu em qualidade. Clara, a primeira cantora a se apresentar no palco da praia da Xepa, foi performática, com sua potente voz e interpretação dramatizada das músicas. Depois veio o excelente Nordeste Blues – jazz nordestino de primeira qualidade.
Aqui e acolá ouviu-se comentários de que a música do Bosssa & Jazz não agradava a algumas pessoas da cidade por ser muito diferente do que se está acostumado a ouvir por aqui – geralmente bandas de forró de péssima qualidade. Mas é assim mesmo. Um dia a cidade, como um todo, vai aprender a curtir uma boa música.
Tem mais. O Bossa & Jazz deu enorme visibilidade de midia a São Miguel do Gostoso. Só no sábado foram três inserções em jornais da InetrTvCabugi (TV Globo). Nesta segunda, a cidade também apareceu no Bom Dia RN. Isso é ótimo para o turismo. Quanto mais visibilidade, mais pessoas querem conhecer a cidade, fortalecendo o turismo local.
O Fest Bossa e Jazz prossegue em Natal, no dias 25, 26 e 27 de agosto, e em Pipa, dias 28, 29 e 30, no próximo final de semana. Muitas atrações musicais estão previstas para estas cidades, entre elas a apresentação da cantora potiguar Roberta Sá.
Agora vamos tratar da polêmica que envolveu a proibição de vendedores ambulantes na área do Bossa & Jazz. É preciso tratar esta questão com seriedade e não com a leviandade e emocionalidade com que algumas pessoas da cidade trataram a questão. Muita informação equivocada foi divulgada nas redes sociais.
O Bossa & Jazz é um evento profissional, patrocinado por várias marcas e que, por isso, são necessárias normas para a atuação do comércio. Para explorar o comércio no local, tem que estar cadastrado – e pagar uma taxa – para que se possa usar um toldo padronizado e disponibilizado pelo próprio evento.
A exemplo da Fórmula 1, festivais de música ou outros grandes eventos, tem que haver normas para a exploração comercial. Esta é uma exigência das marcas. Nenhum patrocinador quer associar sua marca à muvuca provocada pela desorganização do comércio ambulante. Além disso, há riscos que precisam ser evitados.
Por exemplo. O comércio ambulante não tem controle sobre o que vende, especialmente comidas e bebidas. Se alguém passa mal por ingerir um alimento consumido no local pode responsabilizar judicialmente o evento pelo problema. Então tem que haver um mínimo de organização para este tipo de comércio.
Outro exemplo mais simples. Se alguém faz uma festa de casamento ou um aniversário de 15 anos vai permitir que se venda cachaça e churrasquinho com farofa no meio da festa? Assim também são os grandes eventos, como foi o Bossa $ Jazz.
Importante. São Miguel do Gostoso está crescendo e precisa também organizar seus eventos, principalmente do tipo do Bossa & Jazz. Se houver imposição da administração local para que o entorno do festival seja aberto para vendedor ambulante, simplesmente eventos deste porte não vêm mais para a cidade.
E quem vai perder com isso é o turismo de São Miguel do Gostoso. Qualquer dúvida, basta ver como o Bossa & Jazz movimentou a cidade. Com certeza este tipo de evento, como também a Mostra de Cinema, traz dinheiro para a cidade. E São Miguel do Gostoso precisa de renda para continuar crescendo.
Este blog se coloca à disposição, no espaço destinado a “comentários”, para que seus leitores também se manifestem sobre esta questão.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Polícia faz mais uma operação para pôr ordem na desordem do trânsito de São Miguel do Gostoso



Por Emanuel Neri
Aos poucos, São Miguel do Gostoso vai pondo ordem na desordem do seu trânsito. Em especial no de motos cujos condutores, muitas vezes menores, andam em alta velocidade, com canos do escape adulterados, empinando seus veículos em vias públicas e pondo em risco a vida da população.
Na última semana, uma operação do CPRE (Comando do Policiamento Rodoviário Estadual) apreendeu oito destas motos e autuou mais de 30 (foto) por causa de uma série de irregularidades. No caso das motos apreendidas, a maioria delas era por falta de documentação. Todos os veículos foram enviados para Natal.
Já as motos autuadas, cujos proprietários terão que pagar multas, o motivo se deve a uma série de irregularidades. Uma delas é a falta de habilitação do condutor – alguns deles menores -, canos de escape adulterados, que provocam grande barulho, não uso de capacete e outros tipos de irregularidades.
Uma das questões mais graves no trânsito de São Miguel do Gostoso é a condução de motos por menores. O Artigo 310 do Código de Trânsito diz que “permitir, entregar ou confiar condução de veículo a pessoa não habilitada é crime, cabendo detenção (ou seja, prisão) do responsável”.
Motos dirigidas por menores já foram responsáveis por sérios acidentes em São Miguel do Gostoso. Um deles deixou uma senhora, Lídia, com graves sequelas neurológicas. Houve um outro acidente, igualmente grave, de uma criança que passou mais de um mês no hospital e foi submetido a várias cirurgias.
Vários outros acidentes envolveram motos. Na semana passada, um jovem da cidade, chamado William, de apenas 22 anos, que trabalhava como garçom em um restaurante local, morreu tragicamente em um acidente de moto. Sua moto bateu em um caminhão e, como ele estava sem capacete, morreu.
São muitos os acidentes que já ocorreram na cidade – e na região -, todos provocados por excesso de velocidade e falta de equipamentos que protegem o condutor em caso de acidentes, como o capacete. Mas muitos desses acidentes ocorrem devido ao estado de embriaguês dos condutores de motos.
A operação do CPRE foi pedida pelo Ministério Público. E ocorreu em Touros e em São Miguel do Gostoso. Em Touros também houve grande número de motos apreendidas. Segundo o tenente Frank Wolczack, que comanda a PM em São Miguel do Gostoso, este tipo de operação vai continuar.
A própria CPRE vai fazer outas operações, sem dias determinados, para poder flagrar  os infratores com o elemento “surpresa”. Além disso, a própria PM local também vai apertar o cerco contra menores que estejam dirigindo, condutores sem habilitação e veículos com canos de escape adulterados.
Há pouco mais de uma semana, uma moto foi apreendida na praia depois que um condutor fugiu da polícia. Um dia depois da liberação desta moto, este mesmo veículo foi visto novamente na cidade, com o condutor empinando o veículo. A polícia saiu atrás e o motociclista fugur. Foi preso após cair e se machucar, com sua acompanhante..
A polícia pede à população que ajude a pôr ordem no trânsito da cidade. Sempre que uma moto – ou qualquer tipo de carro – for vista em alta velocidade, pondo em risco a vida da população, ou com cano de escape adulterado, a polícia tem que ser acionada. As motos dos condutores infratores serão apreendidas.
Telefones da polícia: 991907020 (Claro) e 981548383 (Vivo).
Abaixo, link de outro post deste blog sobre acidentes com motos e outros veículos em São Miguel do Gostoso.
http://nobalacobaco.blogspot.com.br/2015/04/policia-de-sao-miguel-do-gostoso.html

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

São Miguel do Gostoso quer corrigir falhas territorias que atribuem a Touros parte da sede do seu município



Por Emanuel Neri
Atenção para esta pauta explosiva que reúne São Miguel do Gostoso, de um lado, e Touros, do outro.
O foco deste atrito é o limite dos dois municípios. Aonde de fato termina o município de São Miguel do Gostoso e começa o município de Touros? Há uma interpretação da lei que desmembrou São Miguel do Gostoso de Touros, há 22 anos, de que o limite dos dois municípios é a rua dos Dourados.
Se é isso mesmo, praticamente a metade da cidade de São Miguel do Gostoso pertenceria a Touros. Isso significa que tudo o que está à esquerda da rua dos Dourados  - incluindo a sede da prefeitura e a Igreja Católica, além de bairros como Praias  da Xepa, Cardeiro e Santo Cristo – fica do lado de Touros.
O tema é polêmico e mexe com o orgulho da população de São Miguel do Gostoso. Embora tenha pertencido a Touros, São Miguel do Gostoso quer ver a integridade territorial de sua cidade – incluindo atrativos turísticos como a Lagoa do Cardeiro (foto)  e a Ponta do Santo Cristo – dentro dos limites de seu município.
Mas Touros acha que esta parte da cidade ainda pertence ao seu território. E até já ensaiou cobrar IPTU – imposto municipal sobre residências e áreas urbanas – para os cofres de seu município. Mais que isso, há uma questão legal que faz com que São Miguel do Gostoso perca bastante dinheiro.
O Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que distribui verbas federais de acordo com a população de cada município, usa como critério uma divisão do município em que boa parte da população local fica de fora – ou seja, é contabilizada como pertencendo a Touros.
Por causa deste cálculo, cerca de R$ 200 mil deixam de entrar mensalmente nos cofres de São Miguel do Gostoso. O pior é que a Prefeitura local arca com despesas – como, por exemplo, na educação, saúde e limpeza pública – para atender a esta parte da cidade, embora o dinheiro correspondente a esta população vá para Touros.
São Miguel do Gostoso tem se mobilizado para corrigir esta injustiça. Na Assembléia Legislativa, já há um projeto, do deputado Hermano Alves (PMDB), que corrige esta falha e faz com que o município passe a contar não só com parte da população que teoricamente hoje pertence a Touros como o dinheiro correspondente a ela.
Mas o assunto é mesmo político. O ideal seria que Touros colaborasse com esta nova formatação geográfica de São Miguel do Gostoso. Mas o prefeito daquele município, Ney Leite, discorda da iniciativa. Ney já declarou a este blog que a parte de São Miguel do Gostoso que mais cresce pertence a Touros. Pura provocação.
A pergunta a ser feita é a seguinte: mesmo tendo nascido e sendo morador de São Miguel do Gostoso, você se sente feliz em pertencer a Touros - ou seja, ser um cidadão tourense? E mais: você concorda que parte das verbas que, de direito, deveriam vir para São Miguel do Gostoso acabe abastecendo os cofres públicos de Touros?
A Prefeitura e a Câmara Municipal de São Miguel do Gostoso estão envolvidas nesta batalha. Recentemente a Câmara realizou audiência com responsável do Seara, órgão estadual que cuida dos limites dos municípios e que pertence à Secretaria Estadual de Assuntos Fundiários.
Para o Seara, o limite do município é a Ponta do Santo Cristo. OU seja, é o que a população de São Miguel do Gostoso defende.
A Prefeitura também fez consulta ao setor que cuida de bases territoriais do RN , ligado ao IBGE. A resposta – inclusive reproduzida em imagem gráfica sobre a área dos  dois municípios – é que o limite de São Miguel do Gostoso é na Ponta do Santo Cristo e não na rua dos Dourados, como alega Touros.
Querem mais dúvidas? As placas do limite dos municípios que está na RN-221, que liga São Miguel do Gostoso à BR-101, vai até além da altura da Ponta do Santo Cristo. Esta placa – que  foi colocada lá por órgãos estaduais – fica exatamente no início do distrito de Monte Alegre, que aí sim pertence a Touros.
Bom, está aí um tema, polêmico e explosivo, para o qual a população de São Miguel do Gostoso precisa abraçar e apoiar. A divisão do jeito que está causa prejuízos ao município e fere o orgulho do gostosense. Todos devem apoiar esta luta para que não haja mais dúvida sobre o limite de São Miguel do Gostoso.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Voluntários criam grupo, o Canis & Felis, para cuidar de animais abandonados de São Miguel do Gostoso


Por Emanuel Neri
Esta é uma ação que merece o apoio de todos, principalmente de pessoas que gostam e querem proteger animais em São Miguel do Gostoso.
Canis & Felis – este é o nome de uma associação, formada por voluntários de São Miguel do Gostoso, para cuidar de cães e gatos abandonados e doentes. A prioridade são animais de ruas ou aqueles pertencentes a pessoas que não têm condições de pagar o tratamento de seus animais.
É comum você ver nas ruas de São Miguel do Gostoso cães feridos, alguns com fraturas expostas ou membros decepados, provocado por atropelamentos. Outro grande problema da cidade é a proliferação de cães e gatos. A Canis & Felis tem como objetivo o atendimento a estes animais, inclusive com castração para evitar proliferação.
Embora tenha sido criada há pouco tempo, a Canis e Felis já tem muito serviço para mostrar. Já castrou mais de 100 animais, tratou outros 40 que tinham doenças como mal do carrapato, sarna e até doenças contagiosas. Também foram feitas duas cirurgias ortopédicas de alta complexidade.
A associação conseguiu importante apoio de um grupo de veterinários voluntários de Natal. Estes profissionais vêm regularmente a São Miguel do Gostoso para tratar dos animais. Uma veterinária argentina que mora em Pipa, chamada Moira, é uma grande entusiasta e apoiadora do projeto.
Mas há muitas despesas, como cirurgias e tratamentos especiais – alguns com colocação de próteses em animais mutilados – que necessitam de dinheiro. Só para conhecimento, duas cirurgias feitas em cães custaram em torno de R$ 3 mil cada uma. A Canis & Feliz precisa, portanto, do apoio da população local.
Isso é muito importante. A Canis & Felis precisa urgentemente de um espaço onde possam ser tratados animais resgatados na rua. O mesmo espaço pode servir para guardar medicamentos e vacinas e também ser usado para que veterinários possam realizar as castrações dos animais. Quem pode ajudar? Antes o mesmo grupo fez uma feijoada (foto) para arrecadar dinheiro.
Para isso o grupo lançou uma campanha de arrecadação de fundos. Pousadas, restaurantes, comércio ou moradores da cidade podem ajudar com uma contribuição única que pode ser de R$ 50, 100 ou 150. Quem der esta ajuda terá o nome do estabelecimento estampado nos banners da associação.
Estes banners serão usados em todos os eventos da associação até o final deste ano. Redes sociais usadas pela entidade e por integrantes do grupo também divulgarão a ajuda de estabelecimentos ou de moradores que colaborarem com este projeto.
O Fest Bossa & Jazz, festival de música que será realizado entre 22 e 23 de agosto, também está apoiando a causa. A direção do evento cedeu espaço para que a associação monte uma barraca para divulgar seu trabalho, durante o festival, inclusive com exposição de banners com nomes de apoiadores.
Para reforçar ainda mais seu caixa, a Canis & Felis vai realizar festa no próximo dia 31 de julho, uma sexta-feira de lua cheia, no bar Jack Sparrows, na praia do Santo Cristo. Haverá música ao vivo e barraquinhas para diversão de quem for à festa. O grupo está recebendo brindes que serão leiloados ou vendidos na festa.
Só um empresário de Jericoacoara (CE) doou 120 pares de sandálias havaianas para serem vendidos por preços baixos durante a festa do dia 31.
A Canis & Felis faz um ótimo trabalho para cuidar dos animais abandonados da cidade – e por isso deve receber o apoio de estabelecimentos locais e da população. Veja, abaixo, e-mails para quem você pode enviar mensagens, se comprometer a trabalhar com voluntário e fazer doações para a causa.
Caucauzinha1@gmail.com
Lorenalmammons71@gmail.com
Danidanicravo@hotmail.com
Fabifabysymon@hotmail.com